Quando uma válvula do coração deixa de abrir ou de fechar direito, o coração passa a trabalhar dobrado. A cirurgia conserta a válvula (plastia) ou a substitui por uma prótese (troca). Conforme o caso, pode ser feita por via convencional, por via robótica ou por cateter.
O coração tem quatro válvulas, que funcionam como portas: abrem para o sangue passar e fecham para ele não voltar. As que mais adoecem são a aórtica e a mitral.
A doença aparece de duas formas. Na estenose, a válvula endurece e não abre o suficiente. Na insuficiência, ela não fecha direito e parte do sangue volta. Nos dois casos o coração precisa fazer mais força, e os sinais costumam ser falta de ar, cansaço aos esforços, inchaço nas pernas e palpitações.
Quando a doença avança, o tratamento é cirúrgico. Na plastia, a válvula do próprio paciente é reparada e preservada, o que costuma ser a primeira opção na válvula mitral. Na troca, ela é substituída por uma prótese, que pode ser biológica ou mecânica.
A indicação vem do ecocardiograma e da avaliação clínica, e é decidida em conjunto com o cardiologista. Nem toda doença de válvula precisa de cirurgia: muitos casos são apenas acompanhados.
Caso real: tratamento simultâneo das válvulas mitral e tricúspide por via minimamente invasiva, com acesso por cateter e sem abertura do tórax.
O objetivo é sempre o mesmo: uma válvula que volte a funcionar. O que muda é o caminho até ela, e isso define a recuperação.
A escolha não é de preferência, é técnica: depende de qual válvula está doente, do tipo de lesão e das suas condições clínicas. Essa definição é feita na consulta, com o ecocardiograma em mãos.
Cirurgião cardiovascular com atuação em cirurgia cardíaca de alta complexidade, o Dr. José Medeiros Jr. reúne as técnicas mais avançadas da especialidade: cirurgia por via robótica (plataforma Da Vinci), TAVI (implante de válvula aórtica por cateter) e revascularização do miocárdio.
Com dupla titulação em Cirurgia Cardiovascular e Cirurgia Geral e habilitação em TAVI reconhecida pela SBCCV e SBHCI, atua em hospitais de Santa Catarina, sempre buscando, quando indicado, o caminho menos invasivo e com melhor recuperação para cada paciente.
Cirurgias realizadas em hospitais de Santa Catarina, da região de Itajaí a Joinville e Florianópolis.






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